O jogo se chama Não Morra de Fome e acredite, você nem
precisa se preocupar tanto em não morrer de fome, pois você vai morrer de
muitas outras maneiras. Sombras que matam, cachorros raivosos, inverno, búfalos
loucos, gigantes de um olho só, a escuridão... Posso passar aqui um bom tempo
citando tudo que pode ser mortal no universo de Don’t Starve Together, joguinho
com foco no multiplayer que é a resenha de hoje.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2018
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Resident Evil 6 - É tiro pra todo lado, literalmente | Resenha
O mundo está acabando e você caiu de cabeça no meio disso tudo. Bem, essa ao menos foi a minha reação ao pegar no teclado pela primeira vez para jogar Resident Evil 6. Zumbis (sim! Temos zumbis de volta!), temos também as novas armas biológicas chamadas “J”avos, e um montão de outras espécies de B.O.W espalhadas em quatro campanhas diferentes. Cada campanha focada em um estilo de jogo; Leon e Helena (Horror sem Survivor), Chris e Piers (ação), Jake e Sherry (estratégia) e Ada (steath). Cada campanha em um país diferente (tendo encontro de personagens em algumas fases) e todas repletas de muitas explosões, snipers filhos da puta te derrubando no chão e muitos quick times event’s (pra infelicidade geral).
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Os jogos ficaram fáceis? | ARTIGO
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018
Mineirinho Ultra Adventures - A cultura de financiar jogos ruins no Steam | Artigo
Olá Pixelados, quem aqui já jogou algo ruim? Acredito que todo mundo. Seja por um Polystation, naqueles jogos pirateados cheios de mods que comprávamos ilegalmente, ou aqueles games que hyparam tanto para no final apenas frustrar os consumidores com algo incompleto, cheio de bugs ou ate mesmo totalmente diferente do que haviam prometido. Mas em todos esses casos estávamos certos de que no futuro tentaríamos ao máximo possível evitar consumir esse tipo de coisa. Mas parece que os tempos mudaram, ou ao menos é isso que aparenta quando vemos milhares de pessoas loucas se inscrevendo em um sorteio no
quarta-feira, 3 de janeiro de 2018
Midsummer NIGHT - Um conto russo sobre a vida | Resenha
Opa, tudo bem? Hoje eu tô trazendo um game indie muito legal, muito desconhecido também, o que nem sempre é algo ruim, afinal ele acaba custando apenas dez reais, e em tempos de promoções na Steam fica por um real. E olha, vale muito a pena por sua história, trilha sonora e gráficos pixelados. O jogo não chega a ser grande, você termina em menos de uma hora se souber tudo que deve fazer. Mas existe o fator replay, pois o game tem mais de uma rota a ser seguida. Logo, se quiseres conhecer as "side-quests" e ter todas as conquistas, precisará jogar mais de uma vez. O jogo também te faz tomar decisões que acabam afetando a gameplay, mas creio que não afeta o final (ainda não destranquei todos os finais).
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terça-feira, 2 de janeiro de 2018
Fallout Shelter - Administre uma população no fim do mundo | RESENHA
Olá pixelados! O game que venho trazer hoje não é em pixel e muito menos de história, mas sim um simulador free-to-play lançado inicialmente para o IOS (em 2015) e posteriormente para Android e por fim ganhando um port para Pc. Em Fallout Shelter você se torna o administrador de um Vault (basicamente um alojamento anti-bomba imenso) que você precisa povoar e gerenciar a vida lá dentro por gerações e gerações - Ok, eu sei que um Vault é mais que isso, estou dando apenas uma descrição para quem nunca jogou Fallout e esteja caindo de paraquedas aqui. O game foi um grande sucesso em seu lançamento se tornando o terceiro game mais baixado da Apple Store. Mesmo seguindo o estilo de outros jogos para celulares - contendo micro-transações (conteúdo pago) para o progresso ser mais rápido, em Fallout Shelter você não precisa gastar um centavo, basta apenas ter paciência e saber administrar seu Vault para se dar bem.
domingo, 22 de outubro de 2017
Resident Evil 5 - O final de uma saga | Resenha
Resident Evil foi o meu primeiro contato a longo prazo com os games. Foi aquela franquia que me fez ir a frente em corredores sombrios e ruas enfestadas de zumbis por causa de sua história e seus personagens. Meu primeiro Resident Evil foi o 1, depois o 3 e por fim o 2. Porém não os finalizei nessa ordem. Mas o que falo com toda certeza é que a primeira franquia de Resident Evil marcou bastante minha pré-adolescência e adolescência me tornando grande fã de Jill Valentine e ansioso para saber o desfecho de toda aquela confusão iniciada pela Umbrella e que cabia a Chris, Jill, Leon e Claire finalizar.
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